Chapada dos Guimarães
Chapada dos Guimarães, cidade turística e privilegiada pela sua posição geográfica, sua distância é de 64Km da Capital Matogrossense, Cuiabá - MT.
O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é umas das principais atrações do Cerrado brasileiro.

Chapada dos Guimarães é um município brasileiro no estado de Mato Grosso, pertencente a Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá. Contando com uma área de 6 250 km², foi considerado o maior município do mundo em extensão territorial, devido ao seu território anterior com cerca de 270 mil km² ter sido desmembrado para origem de municípios como Alta Floresta, Colíder, Sinop, Nova Brasilândia, Paranatinga e outros. Possui vários pontos turísticos como, por exemplo, o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, com cachoeiras, cavernas, lagoas e trilhas em meio a uma natureza típica de cerrado, vegetação predominante na cidade.

A imponência natural da Chapada dos Guimarães justificou a criação, em 1989, do parque nacional que leva seu nome. Na área de conservação e em seus arredores ficam a maior gruta de arenito do Brasil, cachoeiras como a emblemática Véu de Noiva, uma profusão de paredões de pedra alaranjados e belos rios. Recentemente, a cidade ganhou um estruturado parque de ecoturismo. Muitos restaurantes só abrem nos fins de semana, quando as pousadas costumam lotar.

COMO CHEGAR

Saindo de Cuiabá, pegue a estrada MT-251. De lá, são 60 quilômetros até a Chapada.

COMO CIRCULAR

O parque é próximo da cidade e concentra algumas atrações. Para ver as principais, como a Gruta Azul e a Caverna Aroe Jari, siga pela MT 251 sentido Campo Verde e enfrente 41 quilômetros de estrada, dos quais 25 são de terra.

QUANDO IR

No verão, para tomar banho nas cachoeiras e ter boa vista nos mirantes. Costuma haver neblina no inverno.

Chapada dos Guimarães - Mato Grosso - Brasil

Chapada dos Guimarães-MT cidade turística e privilegiada pela sua posição geográfica, sua distância é de 64Km da Capital Mato-grossense; Cuiabá - MT.

A cidade se situa a 878 metros de altitude (Morro do Atmã) em relação ao nível do mar, o seu clima é tropical, quente úmido, e a temperatura média é de 24 graus.

Possui área estimada 6.249,44 km², vegetação é o Cerrado, população estimada 19.000.

As opções de passeios são muita rica em sua diversidade: ecoturismo, turismo de aventura, turismo rural, cultural e religioso, artesanatos.

As acomodações são inúmeras, que vão dos hostels, hotéis, pousadas e paraísos mais reservados distante da cidade.

A noite é muito divertida e familiar, você vai se encantar com Chapada dos Guimarães!

HISTÓRICO

A fundação oficial do núcleo que originou o atual município de Chapada dos Guimarães deu-se em 1951.

Primeira denominação foi Sant′Ana da Chapada, nome da célebre missão dos jesuítas comandada pelo padre Estevão de Castro. Mais tarde, o nome foi alterado para Chapada de Cuiabá.

Não demorou muito e o nome foi novamente modificado, desta vez para Sant'Ana da Chapada dos Guimarães.

Em 15 de dezembro de 1953, em divisão territorial datada de 14/05/2001, o município é constituído de 03 distritos: Chapada dos Guimarães, Água Fria e Rio Claro.

TURISMO

Chapada dos Guimarães tem vários atrativos turísticos: 46 sítios arqueológicos; dois sítios paleontológicos; 59 nascentes; 487 cachoeiras; 3.300 km² de Parque Nacional; 2.518 km² de Área de Proteção Ambiental; duas reservas estaduais; dois parques municipais; duas estradas-parque; 157 km de paredões; 42 imóveis tombados pelo Iphan; 38 espécies endêmicas.

O artesanato local é uma das referências na cidade, com vários artesãos locais que chegaram ou nasceram na cidade e, que ali, foram crescendo e vivendo do artesanato, que é exposto em praça pública de terça-feira a domingo para os habitantes e turistas. Existe um projeto de uma "Rua do Artesanato", que visa criar um local específico para os artesãos, mas o projeto ainda não foi efetuado Além de todas estas opções, o município conta com o turismo nos dias mais frios do ano, quando a temperatura pode chegar até 12º C para menos.

CIDADE DE PEDRA – As formações rochosas lembram ruínas de uma cidade, nos seus paredões vários casais de araras-vermelhas; lá embaixo, a vegetação desenha na planície o mapa do Brasil, São as nascentes do rio Claro. De tirar o fôlego! um dos lugares mais impressionantes para se visitar! Para muitos, este é o mais imperdível de nossos atrativos.

CACHOEIRA DO PINGADOR – A caminho da Água Fria, em uma propriedade privada, a gente encontra este atrativo. A cachoeira tem uma queda de 12m de altura, a água é cristalina, e bem lá embaixo, a piscina natural, de areia fina e rasa, é um convite a um bom banho!

GARIMPO DO SALVADOR – É bem aqui, no Garimpo do Salvador, que você vai conhecer como funcionava o garimpo antigamente – desde a quebra do cascalho até o manejo das ferramentas. Vai ver lá o “Curral de Pedra”, ponto de parada e pouso dos tropeiros: formações megalíticas, esculpidas pelo tempo e o vento. A recepção do pessoal do local é muito bacana, você vai gostar!!

MORRO DE SÃO JERÔNIMO – Dentro do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, é o segundo ponto mais alto do município, com cerca de 800 mt de altitude. Se você gosta de trekking, essa é a sua praia! Claro que, a estas emoções, outras mais se juntam: um visual estonteante, a forte proximidade com as coisas que só a natureza produz – cheiros, sons, cores..., e lá em cima, a sensação de conquista, de liberdade, de alma leve!

CIRCUITO DAS CACHOEIRAS – Composto pelas cachoeiras 7 de Setembro, do Pulo, do Degrau, da Prainha, das Andorinhas e da Independência, estão todas dentro do Parque Nacional. Você vai, faz uma caminhada legal, absorve tudo o que a natureza está te oferecendo, e prá amenizar o sol, tome um banho demorado, curtindo cada momento.

CASA DE PEDRA – Localizada dentro do Parque Nacional, a Casa de Pedra é uma caverna de arenito, e de fácil acesso (principalmente quando você faz o Circuito das Cachoeiras). Ela fica bem pertinho de uma vereda, e é cortada pelo córrego Independência, formando uma pequena cachoeira. Em tempos remotos, serviu de abrigo para indígenas, bandeirantes, tropeiros. Hoje, abriga turistas exauridos pelas caminhadas também!

VÉU DE NOIVA – Dentro do Parque Nacional, o capricho do Rio Coxipó forma essa cachoeira fantástica, com 86 mt de queda livre, cujas águas escoam pelo vale aberto no arenito, de impecável vegetação. De fato, é um show de cores e sensações, porque tudo lá é maximizado.

CACHOEIRA DOS NAMORADOS – Não é muito alta: a queda tem aproximadamente uns 6 mt de altura, mas tem um encanto: você pode andar por detrás da queda d’água, que cai feito um manto pela escarpa que lhe dá origem. É um momento zen, de descanso, frescura e contemplação – e mais um presente do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães!

CACHOEIRINHA – Está bem ali, entre o Véu de Noiva e a Cachoeira dos Namorados. Uma queda expressiva (de 18 mt de altura), que deságua em um poço raso, cuja areia do entorno convida a um bom banho. É muito procurada, porque ali as crianças também se deliciam com os favores da Natureza, além de ter uma estrutura bem bacana. E mais um atrativo do Parque Nacional.

NINHO DAS ÁGUIAS – Em uma propriedade particular, vizinha ao Parque Nacional, este é um dos belos mirantes naturais da Chapada: de lá, vê-se a cidade de Cuiabá, o Morro de Santo Antônio, o Morro de São Jerônimo. A Cachoeira de Santa Bárbara (174 mt), o Quebra Gamela e a Tope de Fita – caminho de tropeiros, hoje tombado pelo IPHAN.

SERRA DO ATMÃ – Estamos no ponto mais alto de Chapada dos Guimarães, e da chapada. Aqui, estamos mais de 850 mt mais perto do céu...e acima do nível do mar! Desse mirante natural, avista-se a planície cuiabana, o Parque Nacional, Cidade de Pedra e o Fecho do Morro. Ficam ali: o Cindacta, o Alto do Céu (que tem a fama de oferecer o pôr-de-sol mais lindo do mundo) , o morro do Atmã (que alguns dizem significar “perto de Deus”).

VALE DA BENÇÃO – Aqui, o pessoal cavalga pelo Vale. Aqui, é o cinturão verde, com produção de alimentos, enfaticamente nos orgânicos, que abastecem a cidade aqui, e a cidade lá...em Cuiabá. Tem engenhos, com produção de cachaça e rapadura. O lugar, como os demais, é bonito de estar! E, por não?, uma boa oportunidade para se conhecer a ‘hortiprodução’ in loco!

CACHOEIRA DO MARIMBONDO – Pertinho da cidade, e em uma propriedade particular, essa cachoeira de 15 mt de altura é uma opção muito procurada para um bom banho: seu deságue forma um lago de cerca de 10 mt de diâmetro. Bastante movimentada!

PEDRA GRANDE – Mirante natural e igualmente belo! Nos leva à contemplação e ao sentimento de gratidão e fé na vida.

CACHOEIRA DA GELADEIRA -  Fica próxima a do Marimbondo, e é também muito frequentada: pela facilidade de acesso, uma queda de 9 mt que desaba em um poço profundo, e cercado de bancos de pedra. Ideal  para longos banhos!

CACHOEIRA DO CASCA/MARTINHA  – O Rio da Casca foi generoso com Chapada dos Guimarães. Na divisa com Campo Verde, nos deu a sequência de cachoeiras com o maior volume d’água daqui. São cinco delas, com um belo poço natural, onde todo mundo quer nadar...e nada mesmo! Próxima da rodovia MT-251.

MIRANTE GEODÉSICO  – Mirante natural, de onde se avista Cuiabá e a imensa planície pantaneira. Seu nome é em função de um marco aqui fixado, fazendo muitos acreditarem que seria o marco geodésico da América do Sul, que na verdade, está em Cuiabá – ali implantado em 1909, pela Comissão Rondon . Mas não importa ser o centro geodésico da América do Sul, e sim, ser o centro da América do Sul: o ponto equidistante entre os Oceanos Atlântico e Pacífico. A energia ali é grande.

CAVERNA AROE JARE - Entrar no circuito das cavernas significa abrir-se para o Todo. A começar pelo nome, Aroe Jare, que em linguagem bororo significa “Morada das Almas”. Daí, quando você parte prá lá, as coisas começam a acontecer: pela trilha, árvores centenárias, uma formação de pedras que, dependendo da perspectiva, é uma cruz ou uma águia; e a maravilhosa Ponte de Pedra! Mas o incrível e louco é quando você se encontra de frente para a Aroe Jare, a maior caverna de arenito deste país: uma porta sempre aberta, de 10 mt de altura por 60 mt de largura. Imaginou? Grandioso, demais! Siga em frente: se for temporada de chuva, logo no primeiro salão você poderá uma quedinha d’água caindo lá do teto (que em tempos antigos era chamada de ‘Chuveiro’, pois como serviu de apoio a indígenas, bandeirantes , garimpeiros e tropeiros, era ali que se banhavam). Ali dentro, a extensão é de 1,4 km, uma boa caminhada, que pode estar inundada. É uma visita guiada, e imperdível.

LAGOA AZUL – Venceu a extensão da Aroe Jare? Pois aqui é a outra entrada da mesma Aroe Jare: um lago natural, que ao receber os raios solares, fica azul. Límpido, transparente. Quanto mais próximo do meio do dia, mais intensa é a coloração. É para contemplação.

CAVERNA KIOGO BRADO – “Morada das Aves”, a Kiogo também é uma viagem! A entrada, que nos remete a uma catedral, tem 30 mt de altura. As formações areníticas são frágeis, em sua maioria, e por isso, sofrem frequentes transformações. Toda consciência é necessária, caminhe com vagar e segurança. Lá dentro, é arenito e é frágil, a caverna está em constante transformação: placas de pedras se soltam do teto com facilidade e o chão parece o riacho corre, parecendo abrir o chão. Menos extensa, a Kiogo Brado, em seus 270 mt, oferece uma penumbra que colabora para o cenário intrigante e grandioso. .

CAVERNA POBO JARE – Você acaba de chegar na ‘Morada das Águas’! Siga em frente, porque as emoções continuam!

CACHOEIRA DO RELÓGIO – É uma opção bonita – e deliciosa! – para se terminar o Circuito das Cavernas, principalmente se estiver calor: água geladinha, um poço limpo, uma queda não muito alta.

CIRCUITO ÁGUAS DO CERRADO -  em propriedade privada, esse Circuito totalizam 7 cachoeiras: Cachoeira do Sossego; Cachoeira do Coração; Cachoeira Cambará; Cachoeira  Escadaria; Cachoeira Orquídea; Cachoeira Alma Gêmea e  Cachoeira da Pedra Encantada.

LAGO DO MANSO - O represamento das águas da bacia hidrográfica do Rio da Casca e Rio do Manso, deu origem ao maior lago artificial de Mato Grosso, com uma área inundada de 427 km². Então, esse lago é hoje destino certo para quem curte os esportes náuticos, e também a vida simples: amanhece com o canto de passarinhos e a gastronomia local é muito boa. As praias do Lago do Manso são incríveis, e no seu entorno, comunidades históricas  vivem da agricultura familiar, artesanato e turismo rural. Da cidade de Chapada dos Guimarães até o Lago do Manso, dois caminhos são possíveis: um deles, você pega o asfalto, volta em direção à Cuiabá e entra no trevo para o Lago. No outro, um caminho alternativo, você pega asfalto e estrada de terra. Na região da bacia do rio Manso, pesquisas arqueológicas efetuadas em uma área de 427 km2 realizaram o resgate de 27 sítios arqueológicos pré- históricos e de quatro sítios arqueológicos históricos.Tais pesquisas foram realizadas por ocasião do Projeto de Levantamento e Resgate do Patrimônio HistóricoCultural da UHE-Manso/MT e do Projeto de Resgate do Patrimônio Arqueológico Pré-Histórico da Região da UHE-Manso/MT, desenvolvidos pelos pesquisadores do Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia da Universidade Católica de Goiás.

LUGARES INTERESSANTES NA ÁREA RURAL  DE CHAPADA DOS GUIMARÃES

COMUNIDADE JOÃO CARRO – Fica na região do Manso, e a gente atravessa de balsa para chegar na Comunidade. O pessoal lá é receptivo, produzem artesanato de palha (lembra daquelas vassouronas, boas de varrer? Então!), e tem oficinas de costura e fábrica de derivados de mandioca. Além disso, o Projeto Ciranda Mundo mantém dois núcleos de música lá: de violinos e percussão.

COMUNIDADE RIO DA CASCA – História e emoção. Assim é o vilarejo Rio da Casca. Seus habitantes vivem da agricultura familiar, e o artesanato em palha (lindos, com palha natural e colorida) engrossa a renda familiar. Em 1994, foi criada a Estação Ecológica do Rio da Casca, uma área de Reserva Permanente, composta por duas áreas, de 3.329ha e 205ha, respectivamente. A região abriga três comunidades quilombolas: a Lagoinha de Cima, a Lagoinha de Baixo e a Mata Grande. Foi escolhida para abrigar o único Santuário de Elefantes da América do Sul (não recebe visitação) – aqui, os animais circulam livres pela área, se recuperando de maus tratos sofridos durante anos. O Santuário, somado à história e à vida que se leva no Rio da Casca, fazem parte de um passeio inesquecível, por lugares preservados pelo homem e esculpidos pela Natureza.

COMUNIDADE CACHOEIRA RICA/ PEBA - Vem do Peba a maioria dos produtos que encontramos na Feira Livre, todos os sábados e domingos, na cidade. Frutas, verduras (livre de agrotóxicos) , carnes de ave e suína (caipira, de um jeito bom de se comer alimentos de qualidade), queijos, doces...enfim, a comunidade supre bem o consumo de moradores e turistas na cidade de Chapada dos Guimarães.

ÁGUA FRIA - Esse Distrito de Chapada dos Guimarães fica a 37 km do centro da cidade, e é outro lugar histórico que temos por aqui. Hoje, a vila é habitada por descendentes dos garimpeiros de diamante que se fixaram por ali ainda na primeira metade do Séc. XX – no auge do seu desenvolvimento, Água Fria ficou conhecido não só pela produção do garimpo, mas também por abrigar cabarés muito famosos na época.

COMUNIDADE MORRO BOM JARDIM – Composta por moradores cujo lastro financeiro está na agricultura familiar. Fica no entorno do Lago do Manso.

VARGINHA – Comunidade do Distrito de Água Fria, já na região da bacia hidrográfica do Manso, é  caracterizada pela economia de subsistência. Em Varginha, a produção artesanal surge como atividade cultural e de diversificação econômica para a população. Produzem peças de cerâmica como panelas, potes, vasos para plantio, fruteiras, assadores, pratos, canecas e pequenas tigelas, comercializadas inclusive, na cidade Chapada dos Guimarães. Os artesanatos em trançado são representados por cestos, “apás” (peneira de arroz, tecida em fibra de buriti),  “tipixis” (cesto de prensar mandioca) e cadeiras e redes de algodão trançados em tear.

GLEBA JANGADA RONCADOR - Fica na belíssima região de Pedra Grande.

ACORÁ, PRAIA RICA, MÃO DE PILÃO, SÃO ROMÃO, TRÊS SALTOS, CACHOEIRA BOM JARDIM, BARRA DO BOM JARDIM, RIBEIRÃO MUTUM, CÓRREGO DO CAMPO, CAPÃO DAS VACAS, CAMPESTRE, PANTANALZINHO, RONCADOR DOS MENDES, PONTE ALTA -  Estas pequenas aglomerações são popularmente conhecidas como Corrutelas (palavra dada a pequenos povoados longe dos centros regionais, espécies de vilas, lugarejos, que davam e dão apoio aos viajantes, tropeiros ou romeiros, em algumas regiões do pais também se dá o nome de "patrimônio"). Importante ressaltar que nelas ocorrem as mais tradicionais Festas de Santos, do Estado e do Município. A visita sempre vale, porque são nas comunidades que temos contato com os tons rústicos da vida de quem está longe de um centro urbano. 

VISITAS URBANAS/HISTÓRICAS

A CIDADE - Pequena, aconchegante, envolvente. A encantadora Chapada dos Guimarães se abre para o mundo. Além dos artesãos e artistas que encontramos diariamente, alguns pontos de visitação são imprescindíveis:

IGREJA DE SANT’ANA – O Santuário de Sant’Ana, igreja tombada como patrimônio histórico e artístico nacional pelo IPHAN em 1957, possui uma estrutura externa de beleza singular. Em seu interior existe um rico acervo de arte sacra e etnográfica constituído por coleções de objetos litúrgicos de prata, bronze, cobre, ferro fundido, madeira, livros em latim, fotografias, sinos, vestes, imagens de santos, entre outros objetos etnográficos que fizeram parte do cotidiano da igreja, em seus 240 anos de existência.  Museu de Sant’Ana: Foi criado oficialmente no dia 26/07/2019, o seu acervo constituído de mais de 214 peças que foram higienizadas, catalogadas, inventariadas e tombadas, sob orientação de antropólogos e historiadores. Está aberto à visitação, obedecendo às normas do IPHAN e do IBRAM. O Museu ocupa a parte superior do Santuário, que serviu de dormitório para os padres jesuítas, e de onde pelas grandes janelas se tem uma vista privilegiada de toda a praça e seu entorno. O Museu está aberto para visitação, com acompanhamento de guia, de quinta-feira a domingo e feriados, das 08:00h às 12:00h e das 14:00h às 18:00h. É cobrado uma taxa de manutenção no valor de Inteira R$ 5,00 e meia R$ 2,50. Informações pelo telefone (65) 3301 1213.

Horário das Missas: Todas às quarta-feira às 19:00h / Primeira sexta-feira do mês às 19:00h / Sábado às 19:30h / Domingo às 07:30h e às 19:00h

Informações: (65) 3301 1213

PRAÇA DOM WUNIBALDO - É nela que está localizada a Igreja de Sant’Ana. Com árvores frondosas – que recebem araras e tucanos que ali se alimentam-, é convite expresso para o passeio da família, para os namorados, para os hippies que ali expõem seus trabalhos, para as diversas barracas de artesanatos da região e de comida de rua. No seu entorno, estão as construções mais antigas de Chapada dos Guimarães, que hoje são inúmeras lojas de artesanato, roupas e bares e restaurantes. Point de turistas e chapadenses, a Praça Dom Wunibaldo recebe música ao vivo nos finais de tarde, e muita diversão garantida, com segurança e boa energia da cidade.

SALA DA MEMÓRIA - Em outra construção bem antiga, e recém restaurada, a Sala de Memória cumpre o seu objetivo, que é o de preservar a história do município. Em seu acervo, encontramos objetos históricos, como panelas de barro usadas pelos escravos, cerâmica e utensílios indígenas encontrados nos leitos dos rios. Fotografias e documentos antigos que resgatam a história da cidade e das famílias que ajudaram a construir Chapada dos Guimarães.

PARQUE DA QUINEIRA - Criado em 2002, e localizado dentro da cidade, é uma pequena área verde localizada dentro da cidade, o Quineira é refúgio de pássaros, inúmeras espécies vegetais, e se tornou uma Reserva porque, entre outros detalhes, abriga a captação de água da cidade. Abriga uma piscina de pedras, de água corrente, que já foi muito usada pela população local.

HORTO FLORESTAL MUNICIPAL – nascentes do Coxipozinho, início do Vale da Bênção, uma floresta exuberante. Ali ainda temos uma bica, onde as pessoas levam água para casa para beber. A trilha, que leva a gente até o Vale, termina em uma bela cachoeira, já em área particular. O viveiro distribui mudas, e tem cuidado especial com o canteiro de plantas fitoterápicas.

FAZENDA  BURITIS  – Primeira fazenda de cana de Mato Grosso - a fazenda "Burity Monjolinho", lá produzia cachaça que era de grande serventia para a população, bastante sofrida pelas pestes, sezões e malárias que assolavam a região. Diz uma passagem relatada no século XVIII: "As pessoas que tinham cara de defunto deixaram-na de ter após o surgimento da cachaça do Buriti". A Fazenda Buriti, já abandonada, foi  vendida por uma bagatela ao presbiterianos norte americanos saídos de Salvador-BA, para estabelecer aqui a primeira missão evangélica do Brasil Central, em l923, criando a Escola Evangélica do Buriti.

GEOGRAFIA

Localiza-se a uma latitude 15º27'38" sul e a uma longitude 55º44'59" oeste, estando a uma altitude de 811 metros. Sua população estimada em 2017 era de 19.049 habitantes. Possui uma área de 6249,44 km². É o segundo município mais alto de Mato Grosso.

CLIMA

O clima de Chapada dos Guimarães é o tropical (Aw). No início da primavera começa o período chuvoso que se estende até o início de abril, que é o período de calor. A partir deste período, no outono, inicia-se gradativamente a estiagem, que se fortifica no inverno. São nestas duas estações que as frentes frias e incursões polares mais significativas do ano chegam à região. O clima passa a ser frio à noite e ameno/pouco quente durante o dia. As geadas são raras, registrando-se a cada cinco anos. Temperaturas negativas são muito raras, em média uma a cada dez anos. Chapada dos Guimarães possui o recorde de segunda menor temperatura do estado de Mato Grosso , -4,6º C no dia 18 de julho de 1975, atrás apenas de Cáceres.

Chapada dos Guimarães MT
Jangada
Pousada Valle dos Ventos
A Valle dos Ventos - Pousada de Campo esta localizada no Km 54 na Rodovia Emanuel Pinheiro , ja Chegando em Chapada dos Guimarães MT. O ambiente é composto por 8 apartamentos com ar condicionado, tv via satélite, frigobar e internet. As diárias são: R$ 290,00 -...
Chapada dos Guimarães